Fisioterapia utiliza eletroterapia contra a dor
Muito utilizada nos tratamentos fisioterápicos, a eletroterapia consiste na utilização de correntes elétricas terapêuticas como solução de vários problemas de saúde. “Existe uma diversidade de correntes que podem ser utilizadas na eletroterapia, cada...
Muito utilizada nos tratamentos fisioterápicos, a eletroterapia consiste na utilização de correntes elétricas terapêuticas como solução de vários problemas de saúde. “Existe uma diversidade de correntes que podem ser utilizadas na eletroterapia, cada qual com suas particularidades próprias. Mas todas elas tem um objetivo de recuperar a capacidade funcional e morfológica dos tecidos”, explica o fisioterapeuta Cícero Eduardo P. de Barros, do staff de reabilitação do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
Cícero explica que há vários tipos de aparelhos de eletroterapias, como por exemplo ultrassom, laser e microondas. O ultrassom é utilizado principalmente contra artrite, artrose, bursite, ciática, contraturas musculares, neurites, osteítes, reumatismos, torcicolos, lombalgias, edemas, hematomas e fibroses e aderências. “Em nossos protocolos no CREB para pacientes com essas queixas, lançamos mão também da hidroterapia, acupuntura analgésica, RPG e o pilates, o que traz grande benefício para esses pacientes. Com a integração diagnóstica médica e fisioterapêutica, costumamos obter melhor resultado”, diz.
Curso sobre tratamento de Trigger Points no CREB foi um sucesso
Tratamento de Trigger Points para dor miofascial
Foi um sucesso o 1º Curso Teórico-Prático Sobre Tratamento de Trigger Points (para dor miofascial) por Ondas de Choque, realizado no dia 5 de dezembro, no auditório do CREB – Centro de Reumatologia, Ortopedia e FIsioterapia.
Ministrado pelo fisiatra Antônio Neto, com médicos vindos das mais variadas cidades brasileiras, esse foi o primeiro curso sobre o tema realizado no Brasil, já tendo acontecido em outros países com excelentes resultados.
É preciso estar atento aos sinais do corpo
Se traz experiências, emoções acumuladas e sabedoria, o avançar da idade apresenta, também, um maior desgaste físico e suas consequências. Com a chegada dos anos, as pessoas começam a sentir problemas específicos, e é muito importante estar atento ao...
Se traz experiências, emoções acumuladas e sabedoria, o avançar da idade apresenta, também, um maior desgaste físico e suas consequências. Com a chegada dos anos, as pessoas começam a sentir problemas específicos, e é muito importante estar atento aos sinais para procurar um médico especialista e evitar um quadro de dor e impossibilidades.
Segundo Eduardo Sadigurschi, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – obviamente que cada pessoa tem características próprias, uma constituição única, e isso pode fazer toda a diferença. Mas na média, é possível prever acontecimentos com o passar dos anos. Segundo ele, a partir dos 24 anos é comum sentir mais dores de cabeça e enxaqueca, aos 33 anos começam a surgir problemas de coluna e, aos 40, é comum começar processos de artrite.
Um estudo feito com 2 mil pessoas, indica que pessoas com 30 anos começam a ter problemas digestivos, aos 32 têm dores nos tornozelos e, aos 37, dores nos joelho. Ainda segundo a pesquisa, aos 50 anos, em média, a maioria das mulheres sente suores frios. Os participantes da pesquisa relataram que percebem o desgaste físico com o tempo e a maior preocupação é com a saúde do coração. Dez por cento dos entrevistados acredita que o trabalho é o responsável pela saúde fraca e 25% consideram que o estresse contribui para o aparecimento de problemas com a saúde.
– É muito importante e cada vez mais imperativo adotar posturas saudáveis na vida, como a prática regular de exercício físico, de preferência orientado, pegar sol com os cuidados necessários e optar por uma alimentação controlada e rica em vegetais e frutas. Ao menor sinal de dor, é preciso procurar um médico especialista no aparelho locomotor, que pode ser um fisiatra, reumatologista ou ortopedista. Quanto mais rápido começarmos a tratar, mais chances de sucesso nós temos. Precisamos estar atentos aos sinais que o nosso corpo dá – finaliza o Dr. Eduardo.
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